Estratégias comerciais: da ideia à execução.
Destino imobiliário com hospitalidade na Bahia — Advisor estratégica de Criação de Valor e Diretora Externa da Área Comercial @pontadocurralbahia
Advisor estratégica @basa.network e @galeria.geral
Advisor estratégica @toniacasarin no desenvolvimento de produtos (Retiro Reconexão, Costa Rica)
Advisor estratégica @teambispo no desenvolvimento de produto corporativo (Experiência de Surf Offsite para empresas)
Presença periódica e interlocução direta com a liderança. Foco em posicionamento, desenvolvimento de produto, governança de conceito e decisões de alto impacto. Entrego sistematizações e metodologias para que o time opere com autonomia.
Imersão operacional. Atuação como ponte entre board e operação na estruturação de modelo, equipe, experiência do cliente e cultura do projeto. O objetivo final é o mesmo: quando saio, o projeto opera com autonomia.
Em ambos os formatos, o ponto de partida é mapear e compreender o contexto real antes de propor qualquer direção.
O trabalho começa pela identificação ou definição dos objetivos do projeto, marca ou produto. Quando essa clareza ainda não existe de forma estruturada, ajudo a construí-la.
Negócios, projetos, marcas e produtos consistentes emergem como consequência de processos bem concebidos e bem governados.
A maioria dos processos começa pela narrativa e pede à realidade que acompanhe. Aqui a ordem se inverte: construo a realidade e a visão para que a narrativa seja verdadeira.
Direção de longo prazo do projeto traduzida em decisões com implicações diretas em alocação de recursos. Define o que o ativo deve se tornar e onde concentra esforços.
Extração de visão com a liderança, definição da proposta de valor central do projeto, tradução em frentes estratégicas, roadmaps e critérios de alocação de recursos.
Brasis — Visão 2030. Empresa em crescimento acelerado, com decisões reativas. Conduzi ciclos estruturados com lideranças, traduzindo ambição em prioridades e critérios de decisão de longo prazo.
A razão estrutural pela qual o ativo existe daquela forma, naquele território, para aquele público. Resultado de um diagnóstico que identifica o que torna o projeto insubstituível.
Leitura de contexto, identificação do que é genuíno e irreplicável, mapeamento do público-alvo e do contexto competitivo, separação entre sintomas e problemas estruturais, formulação da pergunta central que a liderança ainda não fez.
Vida Mansa — Itacaré. Território com potencial imobiliário relevante e sem forma definida. O DNA emergiu da leitura aprofundada do território.
Os valores se traduzem na arquitetura de como o projeto opera e decide — os critérios que orientam cada escolha, da contratação ao discurso comercial, do investimento em programas à seleção de parceiros.
Criação de frameworks e rituais de decisão, definição de modelo de receita compatível com o posicionamento, governança de discurso entre equipes e liderança, estruturação da cadência decisória.
Ponta do Curral — equipe comercial sem espaço para refletir estratégia. Estruturei critérios de decisão, revisei premissas comerciais e implantei ciclos de reflexão que tornaram o time mais autônomo.
O posicionamento nasce da composição entre produto, modelo comercial, leitura do público-alvo e análise competitiva. Define como o projeto se diferencia em estrutura.
Conexão entre posicionamento, experiência e viabilidade financeira; leitura territorial como ativo estratégico; modelo econômico que sustenta a diferenciação; estratégia de geração de demanda e construção de mercado.
Ponta do Curral — o posicionamento como destino cultural e de estilo de vida emergiu como consequência dos programas Ser e Viver, do circuito de arte e da residência artística.
A identidade vai além do visual. É o que torna o projeto reconhecível na prática — programas, negócios integrados, hospitalidade, rituais.
Concepção e implantação de programas experienciais, desenho de modelos, articulação de relacionamento institucional, arquitetura organizacional.
Ponta do Curral — programas Ser e Viver, negócios Vi, Pitanga Lab e Armazém, circuito de arte com coleção e residência. A identidade do projeto é a soma dessas experiências.
A narrativa é vivida na jornada do cliente, na comunidade, no funil relacional. É o que faz as pessoas quererem pertencer antes de comprar.
Arquitetura da jornada do cliente e do funil comercial, formação de comunidade de membros e embaixadores, modelo de geração de demanda baseado em relacionamento direto.
Ponta do Curral — demanda construída por experiência e relacionamento direto, sem mídia paga. Conversão sustentada por confiança e pertencimento.
"Atuei como tensão criativa do projeto durante três anos — sustentando a distância produtiva entre a visão do board e a realidade da operação para converter ambição em resultado."
Projeto pioneiro de desenvolvimento de destino, com 15 anos de horizonte de investimento e 140 unidades em pipeline. Integração entre real estate, hospitalidade, cultura e território em um ativo sem precedentes no mercado brasileiro.
O projeto exigia uma identidade real, para além do posicionamento de marca. A diferenciação foi construída de dentro para fora: definição dos pilares (cultura, bem-estar, responsabilidade socioambiental, hospitalidade), concepção e implantação dos programas Ser e Viver, criação de negócios locais integrados ao destino (Vi, Pitanga Lab, Armazém), circuito de arte com coleção e residência artística, mapeamento de flora, fauna e artesania local.
Posicionamento como destino cultural e de estilo de vida. Diferenciação competitiva real. Valor percebido além do produto físico.
Vender produto imobiliário de alto valor sem mídia paga, mantendo seletividade e coerência com o conceito do projeto. Tese comercial baseada em comunidade e pertencimento: eventos e experiências para geração qualificada de leads, arquitetura da jornada do cliente e funil relacional, formação de comunidade de membros e embaixadores, implantação de CRM e leitura de dados, estruturação completa da área comercial.
Demanda orgânica e qualificada. Conversão sustentada por confiança. Modelo proprietário de vendas alinhado à visão de longo prazo.
Operação fragmentada, ausência de modelo próprio de hospitalidade e necessidade de transformar o empreendimento em referência nacional. Desenhei o modelo de hospitalidade, defini arquitetura organizacional e papéis, dirigi a operação com internalização progressiva e estruturei a governança de discurso entre equipes, liderança e comitês.
Operação internalizada e mais eficiente. Experiência consistente para hóspedes e membros. Base estruturada para expansão.
Equipe comercial operando no dia a dia sem tempo para refletir estratégia. Risco de decisões táticas desalinhadas ao posicionamento do projeto. Estruturei critérios de decisão comercial, revisei premissas e discurso, implantei governança de narrativa e facilitei ciclos estruturados de reflexão.
Decisões mais maduras e coerentes. Redução de riscos reputacionais. Discurso comercial mais consistente. Time mais autônomo e preparado.
"Atuei como catalisador: entrei com energia estratégica concentrada, reduzi a distância entre o potencial do território e a decisão de produto, e saí sem criar dependência. O projeto avançou; a capacidade de continuar ficou com o time."
Área extensa, com topografia complexa, alta sensibilidade ambiental e potencial imobiliário relevante, sem definição clara de produto, posicionamento ou modelo econômico. Risco real de errar o formato do projeto por falta de leitura do público que frequenta o destino.
Construí a metodologia de decisão estratégica para a liderança e organizei frameworks colaborativos para o time — matrizes, mapas de decisão, modelos — conectando posicionamento, experiência e viabilidade financeira.
Clareza sobre direção e escopo do projeto. Redução de risco estratégico antes do investimento em obra. Portfólio de produtos coerente com a demanda do destino. Base estruturada para o time iniciar a execução com autonomia.
"Atuei como mola mestra do processo: a empresa tinha energia, velocidade e ambição. Faltava o mecanismo que convertesse tudo isso em direção."
Empresa em crescimento acelerado, com múltiplos projetos simultâneos e decisões sendo tomadas de forma reativa. Faltavam direção comum de longo prazo, critérios claros de priorização e alinhamento entre lideranças.
Conduzi ciclos estruturados com a liderança para extração de visão e tese de valor, criação de frameworks e rituais de decisão, e tradução da estratégia em frentes prioritárias e roadmaps.
Clareza de ambição de longo prazo. Decisões pautadas por critérios estratégicos. Alinhamento entre áreas e projetos. Estratégia internalizada como processo contínuo.
A leitura de projetos culturais e institucionais é parte do repertório que diferencia minha atuação em qualquer setor.
Paço do Frevo, Recife. Produção executiva de equipamento museográfico e expográfico de alta complexidade.
Produção executiva da 9ª edição, uma das maiores bienais da América Latina.
Fundadora e gestora por sete anos. Curadoria, produção, vendas e articulação institucional no mercado de arte contemporânea.
Liberdade para atuar onde acredito, com quem compartilha os mesmos valores e pensa junto, em projetos com potencial real de impacto.
Contribuir para que projetos com ambição real — os que se propõem a impactar entornos e comunidades — cheguem onde se propõem chegar. O repertório que construí — arquitetura, mercado de arte, projetos institucionais, desenvolvimento territorial, hospitalidade — foi guiado por convicção. O que ficou foi uma visão de mundo particular.
Seletividade
entro fundo onde escolho entrar.
Integridade
rigor estrutural em cada decisão.
Escuta
leitura de contexto como ponto de partida.
Autonomia
saio quando o projeto consegue seguir sem mim.
Construo a realidade que faz projetos, marcas e produtos falarem por si — da proposta de valor à geração de demanda.
Comecei pela forma — arquitetura, espaço, como ideia e estrutura se organizam. Entrei na arte pela porta institucional: Paço do Frevo, Bienal do Mercosul. Aprendi a operar dentro de estruturas grandes, com exigência real de resultado. Em seguida, abri uma galeria — primeiro online em Porto Alegre, depois física em São Paulo. Sete anos lendo desejo e trabalhando com clientes que compram por convicção. Em algum momento ficou claro que o que me movia era o ponto em que uma ideia encontra estrutura e se torna real. Daí veio a Ponta do Curral — o caso que define minha atuação atual.
Arquiteta. Moldando realidades.